O poder do desaprender

Aprender, aprender, aprender… O que precisamos aprender exatamente para conseguir nos desenvolver de maneira contínua? Às vezes pode não parecer óbvio, mas precisamos aprender a desaprender.

E eu não estou falando daqueles conceitos técnicos, atividades rotineiras como emitir relatório e etcetera – até pq esses eu acho muito mais fáceis de esquecer, hahaha –. Estou falando de deletar hábitos, crenças, e todas as coisas que limitem a sua visão e compreensão das mais diversas situações. Dentre os hábitos mais comuns, gostaria de destacar três.

Crenças ultrapassadas: exemplos clássicos como “cada macaco no seu galho”, e “manda quem pode, obedece quem tem juízo” são dogmas da nossa cultura conservadora e autoritária que ACABAM com a nossa energia criativa, além de semear o medo.

Medo do novo: jamais se acomode numa zona de conforto. Aja, mostre a sua criatividade e seja proativo. Os momentos de crise são os que mais nos pedem atitudes assim. Já dizia Michael Bobak:

“Todo progresso acontece fora da zona de conforto.”

Ser o especialista é o suficiente: estamos em 2018 e a era do expert está a cada dia mais próxima do fim. O futuro com certeza é mais dos multicompetentes do que dos especializados em uma técnica.

Aprender a desaprender atitudes que não são mais úteis não apenas te possibilita a aprender o que é novo, mas te ajuda – e muito – a gerar algo novo.

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